Minha lira tem um jeito de quem está perdido em um caminho sem volta, não há paredes, não há estradas, não há luz nem referentes, há apenas passos desvairados que me conduzem querendo voltar...
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Vivão e vivendo - Racionais Mc's
Firmão!
Você está nas ruas de São Paulo,
Onde vagabundo guarda o sentimento na sola do pé,
Né pessimismo não,
É assim que é,
Vivão e vivendo guerreiro tirachifra
É o doce veneno,(shiiiiii)
Viajei voltei pra você
Voltei pelos loko,
Voltei pelos pretos
E pelas verde conseqüentemente.
Meu Deus!
É quente!(haha)
É desse jeito.
Ei você sonhador
Que ainda acreditar,
Liga nóis.
Eu tenho fé amor e afeto
No século 21.
Onde as conquistas científicas,
Espaciais, medicinais,
E a confraternização dos homens
E a humildade de um rei,
Serão as armas da vitória para a paz universal.
Ei pé de breque,
Vai pensando que tá bom.
Todo mundo vai ouvir,
Todo mundo vai saber.
(tem que ser vagabundo,
tem que ser vagabundo,
tem que ser...)
Se eu me perco na noite
Eu não me acho no dia,
Ei tentação dá mais tia.
Faz assim com o meu coração,
Minha mente é um labirinto
E meu coração chora,
Chora agora, ri depois!(haha)
Vem comigo nego,
Vem comigo nego.
Tá tudo ai pra nóis,
É só saber chegar.
Vem comigo nego,
Vem comigo nego.
Com Deus no coração,
O resto nois resolve
Ó ligaro nóis, demorô!
Simbora!
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Anúncio - Olavo Bilac
O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:
- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Poderá redigir o anúncio para o jornal?
Olavo Bilac apanho um papel e escreveu:
"Vende-se uma encantadora propriedade, onde os pássaros cantam ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e mareantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda."
Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.
- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Poderá redigir o anúncio para o jornal?
Olavo Bilac apanho um papel e escreveu:
"Vende-se uma encantadora propriedade, onde os pássaros cantam ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e mareantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda."
Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.
Quando sinto saudade - Alessandro Brito
Quando sinto saudade de alguém, logo do meus "pulos" para tentar amenizar esse sentimento. Hoje a maioria das pessoas possuem aparelho celular, a globalização nesse sentido foi muito favorável a nós consumidores, pois a disputa de mercado fez com que as operadoras de telefonia celular disponibilizassem vários planos a custos acessíveis, facilitando então a comunicação instantânea. Mas não para por aí, se não tenho bônus, posso simplesmente conectar-me a internet, que também está com fácil acesso até mesmo a classe proletariada, que outrora não dispunha dessa regalia, então vou logo logando no messenger, skype... E entro em contato com um amigo, afair, namorada, parente, pessoas próximas ou de regiões distantes e até de outros países, nossaaaaaa... Pronto, "mato a saudade"!
Muitas vezes coisas que deveríamos falar pessoalmente, por "N" motivos, acabo dizendo por e-mail, uma mensagem "off line", acho que estamos nos acovardando. Mas essa é outra história, a temática desse texto é a seguinte: E quando não possuíamos esses meios de comunicação? Como você fazia para matar a saudade de alguém? Como fazia para se comunicar com aquela gatinha da escola?
Na minha época de escola não tínhamos aparelho celular, muito menos internet, lá pela 8ª série é que começamos com o bate-papo do uol...
Não tinha jeito, se não estudássemos na mesma escola sem chance. Porque mesmo que estudássemos em períodos diferentes, nos encontraríamos na troca de turnos. Naquela época os horários eram: Manhã 7:00 ao 12:20 e período da tarde 13:00 às 18:20. Naqueles tempos mais antigos entre 12:20 e 13 h era servido almoço para os que estavam de saída e os que chegavam, então dava para dar uma namoradinha, éramos tão inocentes que 40 minutos era suficiente.
Agora se a namoradinha fosse de outra escola, putz aí complicava... Passávamos a semana toda sem a menor notícia, poderíamos até dar aquele "pelé" nos nossos pais e ligar do nosso fixo (que tinha apenas 7 dígitos) para o fixo dela, mas no final do mês a conta não se calava e o castigo era certo, não era bom negócio, Além disso tínhamos também todo um respeito pelas regras que nos eram impostas, logo, fora de cogitação efetuar uma ligação.
Restava então o fim de semana, nossa, e como era esperado esse danado heim... Clarooo que não poderíamos sair a noite, mas tínhamos todo o dia para irmos ao shopping, parque, ou andar no bairro dela... era tempo mais que suficiente! E que saudade que chegávamos, que vontade da outra pessoa... de contar tudo o que fizemos; tudo sentimos enquanto longe... Quantas e quantas cartas escrevi durante a semana para entregar em mãos, na esperança que ela ficasse lendo e relendo durante toda a semana...
Vou confessar, algumas foram perfumadas...
Consegue se lembrar qual foi a última vez que escreveu uma carta pra alguém e entregou em mãos? Se sim, lembra-se qual foi a reação da pessoa ao receber?
Normalmente não tenho vontade de voltar ao passado, pois aproveitei de mais, era feliz e sabia, e curto muito tudo que tenho a minha disposição hoje em dia, mas taí uma coisa que to sentindo falta...
Muitas vezes coisas que deveríamos falar pessoalmente, por "N" motivos, acabo dizendo por e-mail, uma mensagem "off line", acho que estamos nos acovardando. Mas essa é outra história, a temática desse texto é a seguinte: E quando não possuíamos esses meios de comunicação? Como você fazia para matar a saudade de alguém? Como fazia para se comunicar com aquela gatinha da escola?
Na minha época de escola não tínhamos aparelho celular, muito menos internet, lá pela 8ª série é que começamos com o bate-papo do uol...
Não tinha jeito, se não estudássemos na mesma escola sem chance. Porque mesmo que estudássemos em períodos diferentes, nos encontraríamos na troca de turnos. Naquela época os horários eram: Manhã 7:00 ao 12:20 e período da tarde 13:00 às 18:20. Naqueles tempos mais antigos entre 12:20 e 13 h era servido almoço para os que estavam de saída e os que chegavam, então dava para dar uma namoradinha, éramos tão inocentes que 40 minutos era suficiente.
Agora se a namoradinha fosse de outra escola, putz aí complicava... Passávamos a semana toda sem a menor notícia, poderíamos até dar aquele "pelé" nos nossos pais e ligar do nosso fixo (que tinha apenas 7 dígitos) para o fixo dela, mas no final do mês a conta não se calava e o castigo era certo, não era bom negócio, Além disso tínhamos também todo um respeito pelas regras que nos eram impostas, logo, fora de cogitação efetuar uma ligação.
Restava então o fim de semana, nossa, e como era esperado esse danado heim... Clarooo que não poderíamos sair a noite, mas tínhamos todo o dia para irmos ao shopping, parque, ou andar no bairro dela... era tempo mais que suficiente! E que saudade que chegávamos, que vontade da outra pessoa... de contar tudo o que fizemos; tudo sentimos enquanto longe... Quantas e quantas cartas escrevi durante a semana para entregar em mãos, na esperança que ela ficasse lendo e relendo durante toda a semana...
Vou confessar, algumas foram perfumadas...
Consegue se lembrar qual foi a última vez que escreveu uma carta pra alguém e entregou em mãos? Se sim, lembra-se qual foi a reação da pessoa ao receber?
Normalmente não tenho vontade de voltar ao passado, pois aproveitei de mais, era feliz e sabia, e curto muito tudo que tenho a minha disposição hoje em dia, mas taí uma coisa que to sentindo falta...
terça-feira, 26 de julho de 2011
Marido Rico - Philip Stephens (Associate editor of the Financial Times - USA)
Saiu no Financial Times (maior jornal sobre economia do mundo)
Uma moça escreveu um email para o jornal pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico".
Contudo, mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada.
Sensacional! !
Leiam...
E-mail da MOÇA:
"Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste jornal, ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West.
Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.
Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela? (Raphaella S.)"
Resposta do editor do jornal:
"Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo a toa...
Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas : Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.
Mas há um problema.
Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos. E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, acelerada, ou seja, sempre aumenta!
Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco.
Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como 'trading position' (posição para comercializar) e não como 'buy and hold' (compre e retenha), que é para o quê você se oferece...
Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim! Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar.
Cogitar...Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é de praxe: fazer um 'test drive' antes de fechar o negócio...podemos marcar?"
(Philip Stephens, associate editor of the Financial Times - USA)"
Uma moça escreveu um email para o jornal pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico".
Contudo, mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada.
Sensacional! !
Leiam...
E-mail da MOÇA:
"Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste jornal, ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West.
Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.
Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela? (Raphaella S.)"
Resposta do editor do jornal:
"Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo a toa...
Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas : Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.
Mas há um problema.
Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos. E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, acelerada, ou seja, sempre aumenta!
Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco.
Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como 'trading position' (posição para comercializar) e não como 'buy and hold' (compre e retenha), que é para o quê você se oferece...
Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim! Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar.
Cogitar...Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é de praxe: fazer um 'test drive' antes de fechar o negócio...podemos marcar?"
(Philip Stephens, associate editor of the Financial Times - USA)"
sábado, 23 de julho de 2011
Eu sou assim - Marinalva
Quem quiser gostar de mim
tem que ser como eu sou
Diferente assim...
descrente até do amor!
Não esquento a cabeça
e nem canso o coração
Por isso é que não conheço
a saudade e a paixão...
Não maltrato a ninguém
também não sei agradar
Qualquer prazer me diverte
não sei rir e nem chorar...
Se um amor vai... outro amor vem...
Eu vou brincado de amar
Não me apaixono por ninguém!
Se me perguntam se amo,
ou quero que gostem de mim
Eu não respondo que não
também não digo que sim
Se o amor é como um jogo
pra quê vou me arriscar!?
Porque não quero perder
e nem me interessa ganhar...
E assim vou levando a vida
tristeza pra mim é festa
E as coisas que há no mundo
tudo é bom e nada presta...
Se um amor vai... outro amor vem...
Eu vou brincando de amar
Não me apaixono por ninguém...
tem que ser como eu sou
Diferente assim...
descrente até do amor!
Não esquento a cabeça
e nem canso o coração
Por isso é que não conheço
a saudade e a paixão...
Não maltrato a ninguém
também não sei agradar
Qualquer prazer me diverte
não sei rir e nem chorar...
Se um amor vai... outro amor vem...
Eu vou brincado de amar
Não me apaixono por ninguém!
Se me perguntam se amo,
ou quero que gostem de mim
Eu não respondo que não
também não digo que sim
Se o amor é como um jogo
pra quê vou me arriscar!?
Porque não quero perder
e nem me interessa ganhar...
E assim vou levando a vida
tristeza pra mim é festa
E as coisas que há no mundo
tudo é bom e nada presta...
Se um amor vai... outro amor vem...
Eu vou brincando de amar
Não me apaixono por ninguém...
sexta-feira, 22 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Se chovesse no Nordeste - Gordurinha
Se tivesse praia em São Paulo
Mas não tem é uma pena
Cimento armado nunca foi areia
E lá não tem sereia da pele morena
Se caísse neve no rio
Era cada loira de tirar o chapéu
Se chovesse no nordeste
O meu ceará era um céu
Melhores explicações só perguntando a natureza
Por que nordestino é triste?
Por que que o nordeste é tristeza?
Por que aleijado não anda?
Por que mudo não pode falar?
Sei lá esse mundo não é meu
Então não sou eu quem posso lhe explicar
São Pedro fez um contrato para chover no ceará
Depois do papel todo pronto
São Pedro esqueceu de assinar.
Mas não tem é uma pena
Cimento armado nunca foi areia
E lá não tem sereia da pele morena
Se caísse neve no rio
Era cada loira de tirar o chapéu
Se chovesse no nordeste
O meu ceará era um céu
Melhores explicações só perguntando a natureza
Por que nordestino é triste?
Por que que o nordeste é tristeza?
Por que aleijado não anda?
Por que mudo não pode falar?
Sei lá esse mundo não é meu
Então não sou eu quem posso lhe explicar
São Pedro fez um contrato para chover no ceará
Depois do papel todo pronto
São Pedro esqueceu de assinar.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Navegue - Silvana Duboc
Navegue,
descubra tesouros,
mas não os tire do fundo do mar,
o lugar deles é lá.
Admire a lua,
sonhe com ela,
mas não queira trazê-la para a terra.
Curta o sol,
se deixe acariciar por ele,
mas lembre-se que o seu calor é para todos.
Sonhe com as estrelas,
apenas sonhe,
elas só podem brilhar no céu.
Não tente deter o vento,
ele precisa correr por toda parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.
Não apare a chuva,
ela quer cair e molhar muitos rostos,
não pode molhar só o seu.
As lágrimas?
Não as seque,
elas precisam correr na minha, na sua, em todas as faces.
O sorriso!
Esse você deve segurar,
não deixe-o ir embora, agarre-o!
Quem você ama?
Guarde dentro de um porta jóias, tranque, perca a chave!
Quem você ama é a maior jóia que você possui, a mais valiosa.
Não importa se a estação do ano muda, se o século vira e se o milênio é
outro, se a idade aumenta;
conserve a vontade de viver, não se chega à parte alguma sem ela.
Abra todas as janelas que encontrar e as portas também.
Persiga um sonho, mas não deixe ele viver sozinho.
Alimente sua alma com amor, cure suas feridas com carinho.
Descubra-se todos os dias, e deixe-se levar pelas vontades,
mas não enlouqueça por elas.
Procure, sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for.
Dê um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.
Acelere seus pensamentos,
mas não permita que eles te consumam.
Olhe para o lado, alguém precisa de você.
Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os.
Agonize de dor por um amigo,
só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo também.
Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!
Não se acostume com o que não o faz feliz,
revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se achá-lo, segure-o!
descubra tesouros,
mas não os tire do fundo do mar,
o lugar deles é lá.
Admire a lua,
sonhe com ela,
mas não queira trazê-la para a terra.
Curta o sol,
se deixe acariciar por ele,
mas lembre-se que o seu calor é para todos.
Sonhe com as estrelas,
apenas sonhe,
elas só podem brilhar no céu.
Não tente deter o vento,
ele precisa correr por toda parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.
Não apare a chuva,
ela quer cair e molhar muitos rostos,
não pode molhar só o seu.
As lágrimas?
Não as seque,
elas precisam correr na minha, na sua, em todas as faces.
O sorriso!
Esse você deve segurar,
não deixe-o ir embora, agarre-o!
Quem você ama?
Guarde dentro de um porta jóias, tranque, perca a chave!
Quem você ama é a maior jóia que você possui, a mais valiosa.
Não importa se a estação do ano muda, se o século vira e se o milênio é
outro, se a idade aumenta;
conserve a vontade de viver, não se chega à parte alguma sem ela.
Abra todas as janelas que encontrar e as portas também.
Persiga um sonho, mas não deixe ele viver sozinho.
Alimente sua alma com amor, cure suas feridas com carinho.
Descubra-se todos os dias, e deixe-se levar pelas vontades,
mas não enlouqueça por elas.
Procure, sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for.
Dê um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.
Acelere seus pensamentos,
mas não permita que eles te consumam.
Olhe para o lado, alguém precisa de você.
Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os.
Agonize de dor por um amigo,
só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo também.
Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!
Não se acostume com o que não o faz feliz,
revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se achá-lo, segure-o!
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