sexta-feira, 4 de abril de 2014

Mãos - Alessandro Brito

Um fagulha de esperança  ascendeu
Eu mais uma vez me permiti, parti...
Voltei, as mãos vazias,
Mais nada...

As cenas que ali passavam
Eram cenas de fé, amor...
Um profeta, a julgar,
A dor...

Busquei um encontro
Entre nossas almas, atordoadas...
Você se guardara,
Silenciava...

Miserável alma minha
Que sonha, sozinha...
E ainda busca, consolo,
Carinho.

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