quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Chaconne in d minor by J.S.Bach (Arr. John Feeley)

Pensamento - Alessandro Brito

Ah se pudesse
Correria para os teus bracos
Enrustia- me em teu seio
Afugentando- me dessa dor

Teu olhar, que outrora intimidava- me
Hoje guardo como relato
De um coracao que grita
Sofrer o mesmo furor

Quem somos nos,
Diante desse misterio que e a vida?
De onde vem essa forca e coragem
De desfazer nossos coracoes em saudades?

Tao Longínqua estais de minh`alma
Oh, mulher
Teus abracos em pensamento
Fora tudo que restou, nada mais.



Na natureza selvagem - texto


Na Natureza Selvagem



Na Natureza Selvagem, é um filme do famoso ator Sean Penn. Rodado em 2007, nos Estados Unidos, tem no elenco Émile Hirsch, Kristen Stewart, William Hurt, entre outros.
O filme, baseado em fatos reais, retrata a vida do americano Christopher McCandless, um jovem estudante universitário, que, ao terminar sua graduação, largou tudo partindo em uma jornada de aventuras pelo interior de seu país.
McCandless, tinha uma visão do mundo muito radical e apaixonada, e imerso em muita literatura, construiu para si próprio, o que deveria ser o modelo de vida necessário para sua experiência de vida. Leitor do filósofo norte americano Henry David Thoreau, do russo Liev Tolstói, entre outros grandes do pensamento e literatura, formulou categoricamente uma práxis de vivência (leva-se em consideração que,  tanto Thoreau, como Tolstoi, tinham pensamentos baseados no desapego material, e da prática mais humilde de vida).
Sendo assim Christopher, doou suas economias (cerca de 25 mil dólares) à caridade, armou-se de uma mochila nas costas, e sem avisar seus familiares, nos quais exceto a irmã, tinha problemas, partiu em direção à sua aventura. Saiu do estado da Georgia, no leste dos Estado Unidos, em direção ao oeste. Durante o caminho, abandonou seu automóvel, passando então a viver de carona. Assumiu o nome fictício de Alexander Supertramp (Alexander Superandarílho). Passou por inúmeros estados, e durante esse caminho, conheceu inúmeras pessoas especiais na sua história. Trabalhou no campo, como em serviços urbandos para conseguir sua subsistência.


 McCandless (Hirsch) caminhando pela natureza

 Assim que chegou ao estado da Califórnia, Christopher, resolveu enfrentar uma nova aventura, descer um bravio e caldaloso rio em um caiaque. Sua intenção era atravessar a fronteira com o México sem ter que passar por Alfândegas e Departamentos de Imigração. Tentou nas vias legais, o que só seria possível êxito, no ano de 2012 - pouco mais de dez anos depois do dado momento. Vale lembrar que McCandleless, ou Supertramp se preferir, vivenciou essas aventuras entre os anos de 1990 e 1992. Depois de burlar a lei, consegui fdescer o rio e continuar sua aventura, no entanto, na volta do trajeto, ao pegar uma carona em um trem, o rapaz fora espancados por vigias da ferrovia, que justamente ficam atentos nos caroneiros.

Christopher McCandless descendo o rio de caiaque

Ao retornar aos Estados Unidos, McCandless partiu para a que seria sua maior aventura - se instalar durante uma temporada no Alaska. Acreditando que conseguiria prover o sustento do que a terra poderia lhe proporcionar, McCandless comprou um rifle, além de aprender técnicas para corte e conservação de carnes. Também estava munido de enciclopédias e livros sobre plantas comestíveis. Com sua bagagem teórica completa, ele seguiu rumo ao norte. E ao chegar a Rodovia Stampede, adentrou as terras selvagens, que apenas os caçadores de caribú tinham noção de como se relacionar com aquele ambiente hostil.
Logo em suas primeiras explorações do local, McCandless, descobriu um fvelho ônibus escolar estacionado em meio ao nada. Entrou no veículo, e percebeu que ali era uma estalagem para caçadores. Decidiu se estabelecer no local, onde viveria 6 meses.



Christopher McCandless numa foto diante o "Ônibus Mágico"

Durante um bom tempo, Christopher consegui dar conta de sua subsistência tranqüilamente naquele ambiente inóspito. Fora alguns problemas que ele teve em relação à conservação da carne de animais que ele abateu, na maioria do tempo, conseguiu desenvolver sua subsistência e suas reflexões. Todos os passos de McCandless fora documentado por ele em relatórios diários em seu caderno.

 McCandless exibindo suas caças



Com o passar do tempo, McCandless percebe que já pudera aproveitar tudo o que aquela experiência poderia lhe proporcionar, e assim, resolve trilhar seu rumo de volta para casa.No entanto, depois de uma estação de degelo, um riacho que por muito tempo esteve congelado, agora havia se transformado em fortes corredeiras. Sem poder sair dali, McCandless permaneceu até descobrir uma solução para seu maior problema. Com o passar do tempo, suas provisões começaram a ficar cada vez mais escassas, e McCandless passa a enfrentar o grande dilema da fome. Começa assim, a entrar em colapso. Em suas tentativas de se alimentar, passou a buscar bagas e raízes para poder manter-se nutrido. No entanto, talvez devido à uma confusão mental provocada pela fome, Christopher se engana, e acaba ingerindo uma planta venenosa. Passa dias em estado de desenvolvimento de inanição, até que sua angústia culmina com sua morte. Tragicamente, por falta de preparo, muito mais psicológico, este rapaz, perde a possibilidade de sobreviver à tal adversidade em que se encontrava. Seu corpo fora encontrado semanas depois por um grupo de caçadores que passaram pelas imediações do "Ônibus Mágico".
Posteriormente, ficou atestado que as condições para que McCandless pudesse ter escapado daquela situação eram grandes, já que ele estava à menos de 2km do próximo vilarejo. No entanto, fora vencido pelos fator fome, que acabou gerando desespero, e instabilidade emocional. Trágico.



McCandless, já visivelmente magro devido à sua temporada na natureza selvagem



Este é um bilhete de S.O.S escrito por McCandless, nele o rapaz explica a condição em que se encontrava.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

jeito que isso é - Charles Bukowski

o inferno está lotado ainda  

 
você sempre pensa que  você está
sozinho.
 
  e você nunca pode dizer
a ninguém que
você está no inferno
ou eles vão pensar
que você está
louco.
 
mas ser louco é
estar no inferno
e ser sensato
também.
aqueles que escapam do inferno
nunca falam sobre
isso
e nada mais
incomoda eles
depois
disso.
Quero dizer, coisas como
falta de uma refeição,
ir para a cadeia,
bater seu carro
ou
mesmo
morrer.
quando você perguntar-lhes,
“como as coisas estão
indo? “
eles vão responder: “bem,
muito bem … “
uma vez que você foi para o infernoe voltoué o bastante, é amais silenciosa celebração
conhecida. uma vez que você foi para o inferno
e voltou,
você não olha para trás
quando o chão
range.
o sol está no alto a
meia-noite
 e coisas como
os olhos de ratos
ou um velho pneu
em um terreno baldio
pode torná-lo
feliz.
uma vez que você foi para o inferno
e voltou.

o humilde herdou - Charles Bukowski


se eu sofro assim diante dessa
máquina de escrever
pense em como eu me sentiria
entre os colhedores
de alface em Salinas?

penso nos homens 
que conheci nas
fábricas
sem qualquer chance de
escapar 
sufocados enquanto vivem
sufocados enquanto riem
de Bob Hope ou Lucille
Ball enquanto
2 ou 3 crianças jogam
bolas de tênis contra
as paredes.

alguns suicídios jamais são
registrados.

Atual classe media paulistana - Marilena (2 Ascensão Conservadora)

Pense... Pense... Pense...

2 Ascensão Conservadora: Marilena

Pense... Pense... Pense...

Conjunto Época de Ouro

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Marina Abramovic Meet Ulay

Nos anos 70, Marina Abramovic viveu intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando performances. Quando sentiram que a relação já não valia, decidiram percorrer a Grande Muralha da China, dar um último grande abraço e nunca mais se ver. 23 anos depois o MoMa de NY dedicou retrospectiva a sua obra. Nela Marina compartilhava 1 minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ullay chegou sem ela saber, e foi assim.” Maeve Jinkings

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Reverso - Alessandro Brito

Quando vos escrevo
Desfaço-me em versos
Na peleja de vê la
Entender meu reverso

Meu corpo presente
E uma criatura
Que cala,
Que sente medo da fala

Que mente, ludibria
Sorri, mas de ironia
Vivendo a plenitude,
Da covardia

Mas quando penso em ti
Me entrego,
Rabisco versos,
Revelando- te meu reverso.



terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Ainda sobre o carnaval que passou - Ricardo Sangiovanni


Ainda sobre o carnaval que passou

por Ricardo Sangiovanni*

Era falsa a música. O triste não era que fosse versão de canção estrangeira. O triste era que ninguém local da província tivesse conseguido criar outra que lhe sobrepujasse o diabo do visgo. O triste é que seja isso, hoje em dia, o que o carnaval que por aqui se faz tenha a oferecer.

Era falso o músico. A começar por aquele cantor de trocentos carnavais, já de tédio enrouquecido, enlouquecido pela desgraça do marketing, transmutado, por fim, de artista (de arteiro) em melancólico display luminofalante.

Era falsa a dança. Porque não dá tempo a que o povo tire dela, por si, o proveito bailarino que melhor lhe aprouver. O que houve demais foi música-bula – “dançando, dançando!”, “quero ver você na coreografia!”, sem falar nas odiosas instruções de bota a mãozinha ali, mete a cabecinha acolá. Haverá terreno mais fértil para um novo tipo de zombeteiro fascismo do que o carnaval da Bahia?

Era falso o camarote. Porque afinal não extraía sua razão de ser do espetáculo a que dava vista. Mais bem valia por si, cheio de boates, de bebidas, de gracinhas de cabelo espichado, para que tanta pintura, para que tanto salto. Onde o suor de folia? Onde o par de tênis melado de mijo de farra de rua?

Era falsa a celebridade (ou quiçá defasado demais o banco de dados deste palavrista, vai saber). Fato é que os célebres de hoje em dia nem bem vinte anos têm mais. E vêm para o carnaval crentes de serem eles quem conferem brilho à festa, quando o certo seria o contrário. São tão célebres que só se fazem notar quando empacotados e expostos na vitrine de alguma marca, muito bem pagos, obrigado. Às vezes só topam vir se acompanhados de 18 (dezoito) parentes e amigos. A Bahia virou Disneylândia.

Era falsa a festa. A festinha cool na piscina, onde os vips tomam sol, era recheada de bund… digo, de meninas bonitas, todas elas devidamente contratadas para pagar biquininho até o sol se pôr. Havia, vá lá, um clima de diversão no ar. Mas uma diversão fria de tão opulenta, sem feição de certa alegria natural de viver que dá sentido ao carnaval.

Era falso o trabalhador. Não havia carnaval na cara do garçom, do segurança, do fritador de camarão sem cabeça. Até o modelete-porteiro que distribuía sorrisos e viseiras da marca estava puto – é que o coturno cenográfico em que lhe meteram machucava-lhe o raio da unha encravada. E não ponhamos a culpa das caras amarradas no pouco preço da paga, porque o pessoal do isopor de rua fatura bem menos e se diverte bem mais. O que ninguém suporta muito cheio de risada é essa atmosfera odiosa de glamour e famosidade, essa falsa mistura, esse agressivo apartheid.

Era falso o jornalista. Éramos todos falsos nós, jornalistas, alugando nossas canetas, nossas câmeras, para essa festa pobre que os homens armaram para nos convencer. Falsas as nossas perguntas, falsas as imagens que publicamos. Nós, como todo o restante da criadagem, não estávamos ali por sombra de querer, e era ruim pensar que estávamos perdendo, por mais um ano, a chance de mandar pro diabo essa palhaçada infeliz em que se transformou o carnaval baiano.

Era, ademais, desolador saber que logo ali, tão perto de nós quanto fora de nosso alcance neste ano, desfilava verdadeira felicidade. Porque de verdade no meio daquilo tudo, só mesmo, atrás do trio de Armandinho, a pipoca moderna pulando solta, passando comum, fugidia – como é, aliás, toda vera alegria.


*Ricardo Sangiovanni, jornalista, coordena o blog O Purgatório e mantém no NR a coluna Mistério do Planeta. Escreve de Salvador. Imagem do quadro Arlequin et Pierrot (1924), de André Derain, Paris

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Rio vermelho - Cora Coralina

Longe do Rio Vermelho. 
Fora da Serra Dourada. 
Distante desta cidade, 
Não sou nada, minha gente. 
Sem rebuço, falo sim. 
Publico para quem quiser. 
Arrogante digo a todos. 
Sou Paranaíba para cá. 
E isto chega pra mim. 
Rio Vermelho das janelas da casa velha da Ponte... 
Rio que se afunda de baixo das pontes. 
Que se reparte nas pedras. 
Que se alarga nos remansos. 
Esteira de lambaris. 
Peixe cascudo nas locas. 

Rio, vidraça do céu. 
Das nuvens e das estrelas. 
Tira retrato da Lua. 
Da Lua quarto-crescente 
que mora detrás do morro. 
Lua que veste a cidade de branco 
e tece rendado de marafunda 
na sombra das cajazeiras. 

Rio de águas velhas. 
Roladas das enxurradas. 
Crescidas das grandes chuvas. 
Chovendo nas cabeceiras. 
Rio do princípio do mundo 
Rio da contagem das eras. 
Rio - mestre de Química. 
Na retorta das corredeiras, 
corrige canos, esgoto, bueiros, 
das casas, das ruas, dos becos 
da minha terra. 
Rio, santo milagroso. 
Padroeiro que guarda e zela 
a saúde da minha gente, 
da minha antiga cidade largada. 
Rio de lavadeiras lavando roupa. 
De meninos lavando o corpo. 
De potes se enchendo da água. 
E quem já ficou doente da água do rio? 
Quem já teve ferida braba, febre malina, 
pereba, sarna ou coceira? 
Rio, meu pobre Jó... 
Cumprindo sua dura sina. 
Raspando sua lazeira 
nos cacos dos seus monturos. 
Rio, Jô que se alimpa, 
pela graça de Deus, Virgem Santa Maria, 
nas cheias de suas enchentes 
que carregam seus monturos. 
Ponte da Lapa da minha infância... 
Da escola da Mestra Silvina, 
do tempo em que eu era Aninha... 
Ponte do Carmo, querida, 
dos namorados de longe. 
Por onde passava enterro, 
dos anjinhos de Goiás, 
que iam pro cemitério, 
pintadinhos de carmim. 
Caixãozinho descoberto. 
E a música tocando atrás 
A Valsa da Despedida. 

Ponte nova do Mercado 
- foi pinguela do Antônio Manuel, 
banheiro da meninada. 
Ponte do Padre Pio dos potes d’água. 
Carioca de nós todos. 
Pinguelona dos destemidos, 
contando a estória de um sino. 

Sino grande, impensado, 
nas locas da cachoeira. 
Sino da Igreja da Lapa, 
que rodou na grande enchente 
tocando pro rio abaixo. 
Até que parou imprensado 
nas pedras da Pinguelona. 

Gente que passa ali perto 
conta estória do sino: 
inda toca à meia-noite 
quando a cidade se aquieta, 
e as águas ficam dormindo. 
Tange,pedindo uma graça: 
Que algum cristão caridoso, 
o salve daquele poço, 
o tire debaixo d’água. 
Pois seu destino de sino 
é no de uma torre 
abençoando a cidade. 
Dando aviso para o povo 
- louvar a Deus poderoso. 

Poço da Mandobeira... 
Poço do Bispo... 
Poço da Carioca... 
Sombras de velhos banhistas dos velhos tempos. 
Sabão do Reino no bolso. 
Toalha passada ao ombro. 
Cigarro de palha no bico. 
A vitamina do banho. 
Banho da Carioca. 
Águas vitaminadas... 
Rio vermelho - meu rio. 
Rio que atravessei um dia 
(Altas horas. Mortas horas.) 
há cem anos... 
Em busca do meu destino. 

Da janela da casa velha 
todo dia, de manhã, 
tomo a bênção do rio: 
- “Rio Vermelho, meu avozinho, 
dá sua bença pra mim...” 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Johann Sebastian Bach Violin Concertos,Anne-Sophie Mutter

DIVINAL... Nao que exista um adjetivo (ao menos que eu conheca) que possa classificar tamanha beleza.

Susbtancial - Flavia Tambalo

Rabiscar no blog eh algo que realmente me da prazer, mas tenho notado que mais prazeroso que rabiscar umas linhas por aqui, eh compartilhar os escritos das pessoas que amo! :) E num dado momento você olha em volta e se pergunta:
Onde? Em que momento perdi, os sorrisos que me acompanhavam?
Onde foi aquele abraço amigo, terno carinho, doação desmedida?
Onde amigo que o perdi?
Na esquina de meus erros,
No atalho das minhas faltas e falhas?
Onde? De tudo que sei é que o peito anda apertado.
Porque desde quando tu partiu, em meu peito arrocha uma saudade imensa,
E quando lembro dos bons momentos ao teu lado, a vida parece me pregar peça,
Dizendo um grande não em minha cara, dizendo que não posso te-lo de volta.
A partir daí a festa do sucesso está vazia,
As boas noticias não tem ouvinte,
As tristezas, serão minhas, só minhas, sem teus ombros pra eu chorar.
Se fui eu que o perdi.. perdoa... pois não fui de todo nobre contigo.
Se tu assim desejou partir por esta estrada sem mim... amém.
Assim como amém significa seja feita tua vontade, te digo
Se desejares voltar... meu peito se abrirá como um sol de verão, e novamente ouvirei passaros cantando,Quando puder chamar-te de amigo...
Mais uma vez
!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Mosaico - Alessandro Brito


Dos anais de uma vida
Um mosaico de saudades
Pecas difundidas
Contrastando a realidade

Quadro triste de tom fortes
Hora quente, hora frio
Sonhos revelados
Em devaneios sombrios

Diz- se muito
Diz-se nada
Diz- se de mim
De minha amada

Foi a vida que passou
Por mim intitulada
Vida de nos todos
Que se resume a nada.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Impeachment do Presidente do Senado: Renan Calheiros

Fodam- se os 30 milhoes de fdp que votaram no "bbb13"... a rede globo esta ai pra isso mesmo, ALIENAR... Inclusive acredito que se no mesmo "bbb" fizessem um apelo pra assinarem esta peticao (que acabo de assinar) certamente nao atingiriamos uma marca tao expressiva...

Eu, sinceramente nao sei se tal peticao tem valia, mas mesmo que nao tenha, fico feliz em saber que tem outros tantos assinando, penso que sao pessoas que tambem estao de alguma forma interessadas e preocupadas em como mudar a situacao de escárnio da qual somos tratados por estes politicos...

P.S.: Politicos estes, que certamente sao eleitos por estes 30 milhoes de FDP... :(

http://www.avaaz.org/po/petition/Impeachment_do_Presidente_do_Senado_Renan_Calheiros/?fyerEdb&pv=123